Para adaptar Macbeth, considerando como protagonista a esposa do guerreiro aspirante a rei, há uma óbvia possibilidade de se lograr argumentos mais que plausíveis, uma vez que a personagem é a protagonista das ações mais importantes da peça, em pelo menos 3/5 da obra. Mas aqui queremos, também, incluir um novo personagem. Nossa primeira pergunta é: o que teriam pensado os criados, os subalternos, os que , assim como como o casal sanguinário, aspiram a algum tipo de ascensão?